domingo, 19 de abril de 2026

ENTREVISTA SIMULADA* COMPLETA — CASO GOWNOWAPP x META/WhatsApp Business.

 




ENTREVISTA* COMPLETA — CASO GOWNOWAPP x META/WhatsApp Business com o CEO da Startup Unicórnio residente do Parque Tecnológico de Santos. Diretamente para o Blog Tech de Santos.


Santos, 19 de Abril de 2026.


(Atualizado em 19.04.2026 às 13.04.2026)

Jornalista:

Como surgiu a ideia desta tecnologia e o que a diferencia do WhatsApp Business?

Paulo:

Eu era taxista em Presidente Prudente e estudante de Direito em 2007. Eu estava num posto de gasolina de madrugada de plantão no Rádio Táxi que existia na cidade na época o meu número do meu carro era 12. Eu tive um "insight" de fazer um aplicativo para melhorar o comércio eletrônico antes ainda de existir o WhatsApp (não a versão business para negócio) o próprio WhatsApp comum (de individuos para indivíduos). A perícia técnica da atual ação de cobrança dos Royalties por uso indevido sem autorização que tenho contra a META desde 2021 no TJ-SP comprovou que o WhatsApp Business é uma cópia exata do GownowApp com a essência da tecnologia inteira, funções, recursos, arquitetura e tudo mais.


Jornalista:

Como é que você descreve o tipo de provas técnicas que apresentou no processo em 2021 para sustentar a sua alegação sobre a origem das funcionalidades do GownowApp?

Paulo:

Eu contratei para minha equipe do GownowApp uma das maiores especialistas técnicas que já autou em casos relevantes contra outras Big Techs como Microsoft entre outros. Eu contratei cinco bancas renomadas de advocacia entre elas a Fujita Advocacia e Dottori Sociedade de Advogados e duas peritas: Dra. Maria Luiza Egea e Dr. Fernanda Casagrande. Eu tenho 5 grandes bancas de advocacia na minha equipe e um parecer jurídico de um especialista em Direitos Autorais de renome nacional.


Jornalista:

Qual foi o impacto mais decisivo do conjunto de provas documentais e prazos processuais na estratégia da sua equipa jurídica?

Paulo:

Eles provam que em primeiro lugar eu registrei a tecnologia anterior ao lançamento do WhatsApp Business em 2018. O GownowApp foi desenvolvido de 2007 até o registro final em 2016. Há uma prova do correio (AR de recebimento) da tecnologia que enviei pelo correio para a sede da META em 2016 quando já tinha o registro dos EUA em mãos. A questão da data é essencial em disputas de propriedade intelectual justamente para provar quem criou o que primeiro. Em segundo lugar as defesas da META Platoforms e sua empresa adquirida do grupo WhatsApp INC perderam os prazos de defesa, e quando entregaram as defesas não provaram absolutamente nada de que tinham alguma equipe interna desenvolvendo, eles se resumiram a tentar desqualificar o autor da tecnologia, no caso eu e alegações genéricas de que a tecnlogia que de fato desnevolvi seria em tese uma mera ideia abstrata.


Jornalista:

Mesmo com o processo ainda em andamento, qual foi o impacto da decisão de primeira instância?

Paulo:

Apesar do processo ainda estar em andamento esperando julgamento do Desembargador responsável no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, um dos Tribunais mais respeitados do país, e não porque do mundo, pois é o Tribunal do Estado mais rico do Brasil e mais tecnológico com mais de 45 milhões de habitantes. Apesar do respeitável juiz de primeira instância ter ao nosso ver errado ao considerar o GownowApp uma mera ideia abstrata, pois a tecnologia é tão complexa que precisou de perícia técnica para o juiz entender o crime de plágio, ideias simples não precisam de perícia. O fator decisivo é que perdemos em primeira instância mas o juiz ao menos manteve o valor da causa em R$ 653,4 milhões de reais, o que consideramos uma vitória parcial da seriedade da nossa equipe jurídica multidisciplinar.


Jornalista:

Qual é o ponto central do recurso agora no Tribunal?

Paulo:

Eu acredito que dar peso a importância do Registro dos EUA nos dá uma grande vantagem contra a META e o WhatsApp. As defesas deles mesmo feitas por grandes bancas muito respeitadas tiveram algumas falhas relevantes. Eles foram muito genéricos na defesa, não provaram nada relevante e ao longo do processo as minhas provas são tão fortes, que eu acredito que minhas chances de vitória são muito altas, mesmo com o poder muito grande e recursos financeiros e jurídicos quase infinitos por parte da Big Tech trilionária de Zuckerberg.


Jornalista:

O que a perícia representa na sua argumentação?

Paulo:

Eu acredito que a perícia toda é um forte argumento não teve apenas um argumento técnico, praticamente quase todas as funções principais do GownowApp existem no WhatsApp Business o que eles fizeram foram mudar o nome das funções para disfarçar e ocultar o crime de propriedade intelectual. Ocorre que a perícia demonstrou claramente que seria impossível matematicamente falando a META tendo contato com a tecnologia que eu enviei, seria matematicamente impossível eles criarem o WhatsApp Business tão semelhante ao GownowApp, ou seja, não é possível alegar mera coincidência pois ambas tecnologias (Originária e Derivada) são extremamente semelhantes se não idênticas.


Jornalista:

Como você descreve a natureza técnica do sistema?

Paulo:

O GownowApp e o WhatsApp Business são uma tecnologia só e ela é extremamente complexa com inúmeras funcionalidades. Só que a complexidade técnica ela é invisível ao usuário, o GownowApp tem essa característica marcante de ser extremamente complexa de ser feita e configurada mas extremamente simples para o usuário, semelhante ao Google que é uma tela com uma caixa de texto simples para o usuário mas uma engenharia extremamente complexa para fazer ela funcionar.


Jornalista:

Mesmo vencendo o processo, qual seria o seu objetivo final?

Paulo:

Eu acredito que mesmo que eu vença a Açao e a META do CEO Zuckerberg, do qual sou um grande fã por sinal, meu objetivo não é ficar rico necessariamente. Eu gostaria que a META continuasse usando a tecnologia para ajudar centenas de milhões de pequenos empresários e bilhões de usuários a fazer melhor negócios que é o objetivo principal que me levou a criar o GownowApp. Eu admiro muito a META e seu fundador e mesmo vencendo a ação, gostaria de vender a tecnologia para a META ao final do Processo e terminar com esta novela de vez.


Jornalista:

Que tipo de acordo você imaginaria?

Paulo:

Se eu recebesse todo o valor devido eu venderia a tecnologia para a META sem nenhuma restrição. Não gostaria que outra Big Tech usasse minha tecnologia. Como admiro a META que a implementou com grande sucesso, como o próprio Zuck costuma dizer até para copiar é preciso talento, ele de fato implementou a tecnologia igualzinho a minha simulação que fiz para investidor. Eu confio nele e se ele pagar os Royalties eu venderia 100% da tecnologia para a própria META que já está usando e fazendo um excelente trabalho até agora.


Jornalista:

Qual seria a estrutura desse acordo?

Paulo:

Eu gostaria de fazer um acordo semelhante ao que o Eduardo Saverin, ex-sócio fundador do Facebook fez com a META. Eu gostaria que ao invés de dinheiro, o valor dos Royalties fosse pago em ações da META Platforms. Eu assinaria um termo de não processar a META em nenhuma circunstância em mais nenhuma jurisdição do mundo. Em troca eu gostaria de receber os R$ 653,4 milhões meus e da minha grande equipe em ações da META. Em troca eu faria um registro no US Copyright Office passando o GownowApp para o nome do Zuckerberg ou da META ou do próprio WhatsApp INC. o que ele achar melhor.


Jornalista:

Qual é a única condição pessoal que você manteria?

Paulo:

Minha única condição seria poder continuar declarando que eu fui o criador do WhatsApp Business. Os Direitos Autorais protegem o Autor no aspecto moral de continuar dizendo que foi ele que criou o que criou. Desta forma eu só descumpriria o acordo se a META ou qualquer outra empresa sucessora me proibisse de dizer publicamente que fui eu que criei a tecnologia que deu origem ao WhatsApp Business ou no caso da tecnologia começar a ser desvirtuada para causar o mal para sociedade e não respeitasse as regras e o Direito dos países em que ela está sendo disponibilizada.


Jornalista:

Como equilibraria confidencialidade e reconhecimento público?

Paulo:

Eu faria um acordo com cláusulas de confidencialidade dos termos e detalhes do acordo, desde que ficasse claro que eu poderia continuar falando publicamente ser o criador do WhatsApp Business mesmo depois da venda da tecnologia 100% para a META ou para quem ele indicasse.




*Esta entrevista simulada foi feita com o ChatGPT em 19.04.2026. O autor já concedeu entrevistas para sites de tecnologia, mas prefere evitar dar entrevistas adicionais devido a questões éticas pelo processo judicial estar em andamento na atualidade e a Tecnologia ainda estar subjudice (Disputa Jurídica no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Como há várias instâncias e o caso é complexo e com valores altos pelos Réus serem Big Techs trlionárias em dólar o processo pode demorar ainda várias instâncias e ir ao STJ e até em alguns casos o STF o que pode fazer a disputa mudar várias vezes por diversos anos ainda).

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